Justin Gaethje garante lutas empolgantes no UFC e brinca: “Prometo que serei nocauteado nas próximas dez lutas”

Justin Gaethje (Foto: WSOF)

Justin Gaethje, ex-campeão peso leve do World Series of Fighting, é geralmente visto como um dos lutadores mais empolgantes em atividade no MMA. Seu estilo ofensivo e ousado, todavia, não é algo comum em lutadores com cartel invicto. Se as críticas costumavam ser por Gaethje não lutar no UFC, o atleta terá enfim a chance de provar seu valor no Ultimate contra Michael Johnson no TUF 25 Finale.

Em entrevista ao MMA Hour, Justin afirmou que não irá dar nenhuma garantia a respeito de sua jornada no UFC, mas garantiu que manterá seu estilo agressivo e empolgante – inclusive brincou sobre.

“Eu não prometo nada. Eu não prometo sucesso, não prometo isso. Eu prometo que vou ser nocauteado, tipo, nas próximas dez lutas, porque isso é um jogo de centímetros e frações de segundos. Eu assisti cada uma das minhas lutas em câmera lenta e sobrevivi. Eu venço você no tempo, eu venço você nos socos. Estou de frente pra você e você não consegue respirar. Você não será capaz de respirar.”

Ele dissertou seu estilo mais à fundo e ressaltou que não gosta de apanhar.

“Eu adoro ler comentários na internet. Eu estou 17-0 com 14 nocautes. E esse “0” diz algo. Significa que eu não fui acertado forte o suficiente. Vocês viram o Michael Bisping tomar uma H-Bomb do Hendo e voltar. O corpo humano é frágil, mas consegue receber alguns danos.”

“Eu não estou aqui pra tomar danos. Eu não quero perder minha fala. Toda vez que luta, eu sei que… essa pode ser a última vez que eu poderei fazer isso, a última vez que poderei falar. Você nunca sabe o que vai acontecer e é nisso que eu penso todas as vezes em que estou no cage. Eu confio toda a minha vida na luta que eu tenho pela frente e nada mais importa.”

Justin ainda valorizou os atletas que enfrentou durante seu período no World Series of Fighting.

“Você pode dizer que a competição não era acirrada, mas vá olhar os carteis dos meus oponentes. É algo do tipo 180-50. Então é luta contra pessoas que podem lutar. Eu lutei com guerreiros. Lutei com pessoas que deveriam ter caído quando acertei eles, mas continuaram lá. Mas sou de uma cidade pequena, venho de uma família de minerados de cobre. Nós trabalhamos duro e eu não tenho nada a perder.”

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18, Paulista, patologicamente apaixonado por MMA, futebol e música. Colaborador do Olimpo MMA.
  • Saulo Henrique

    Espero que passe o carro no mala do Johnson..

    • Biladeiro Mestre

      Mala pq?! não acho Johnson mala…